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domingo, 10 de janeiro de 2016

ALIANÇAS - METAIS E MANUTENÇÃO

Aliança de casamento é feita para acompanhar o casal durante a vida inteira. Por isso, e preciso que seja bem escolhida. Nessa hora, algumas coisas são importantes de serem observadas: gosto e estilo dos noivos, valor que pretende investir e o metal que será utilizado para fazê-la.

Segundo Luciana Marsicano, diretora geral da joalheria Tiffany & Co. do Brasil, na hora da escolha, o casal deve se perguntar qual é o modelo e metal que gostariam de ver em suas mãos por muitos e muitos anos.

Hoje, além das tradicionais alianças em ouro amarelo, que ainda são as preferidas, os noivos mais jovens e modernos que desejam inovar acabam optando por ouro brando, platina ou até mesmo ouro rose. Pode também haver mistura de cores numa mesma aliança.

Ouro Amarelo

A preferência nacional ainda são as alianças em ouro amarelo. Mais de 90% das alianças de casamento são douradas. É o que assumiu o posto de aliança de casados. Ela serve para deixar claro o status casado, por isso é a queridinha entre os casais mais tradicionais.
Quanto à coloração, esta varia de acordo com a quantidade e o tipo de metais que são utilizados na aliança. O ouro 18 quilates, o mais comum, possui 75% de ouro puro e 25% de ligas metálicas, sendo 15% de prata e 10% de cobre.



Ouro Branco

Existem casais que por não usarem acessórios na cor dourada acabam optando por ouro branco ou platina. Em muitos casos, é o homem que não gosta de nada dourado, simplesmente por questão de gosto ou porque não combina com sua coleção de relógios, por exemplo.

No Brasil, o ouro branco é mais usado como anel de noivado e, ultimamente tem agradado muito com modelos com alguma pedra ou detalhe a gosto da noiva, como um diamante ou esmeralda.

O ouro branco nada mais é do que o ouro amarelo em menor quantidade com um percentual maior de liga de prata, paládio ou ródio, entre outros. E, por fim, esse tipo de material necessita um banho de ródio, que é responsável por manter o aspecto brilhante da peça.



Ouro Rose

Ultimamente o ouro rose tornou-se uma forte tendência no mercado de joalheria. Esse tipo de ouro foi muito usado na década de 20 e, recentemente, voltou impulsionado pelo extremo romantismo que a cor evoca, apesar de repaginado de uma forma mais moderna.

As mulheres de hoje em dia não pensam que ouro amarelo combina apenas com ouro amarelo; para elas, é interessante essa mistura de cores nas joias. Por isso, esse metal é procurado por mulheres que buscam diversificar e possuem uma coleção razoável de joias.

Esse tipo de ouro costuma ter em sua composição 75% de ouro puro com 25% de ligas vermelhas, entre elas o cobre. É uma tendência que veio para ficar.



Platina

Este é um metal mais pesa e mais duro que o ouro e, por isso, está associado à durabilidade e proteção. Além disso, é mais resistente à perda de brilho e manchas, além de ser hipoalergênico.
Estão entre os queridinhos dos noivos. No entanto, por se tratar de um metal caro, não costuma ser a composição das alianças de noivado. O preço costuma ser o dobro do ouro amarelo, que é, entre os tipos de ouro, o mais caro.

No Brasil, a Tiffany é uma das poucas que oferecem alianças e anéis de noivado em platina pura. Algumas joalherias aceiram apenas encomendas e a maioria delas simplesmente não trabalha com o material. Por esse motivo, esse material se torna algo muito especial, como bodas de prata, por exemplo.

Ao comprar esse tipo de material, é recomendável ficar de olho na pureza do mesmo, pois nem todas as platinas são iguais. Como todos os metais preciosos, a platina é misturada com outros metais para chegar à consistência necessária para uma joia.

Uma aliança com 80% de platina e 20% de outros metais vale muito menos que uma aliança 95% platina pura. Em joalherias de qualidade, o teor da liga sempre estará estampado em alguma parte da joia e isso é uma característica importante que deve ser observado na aquisição.



Manutenção dos Materiais

Quanto à manutenção, os materiais não se diferenciam muito, com exceção do ouro branco.  Os outros três – ouro amarelo, ouro rose e platina – necessitam apenas de polimentos ocasionais, sendo a platina o metal de maior resistência entre esses. Já o ouro branco requer mais cuidados, porque precisa de banho de ródio, responsável por dar o aspecto brilhante e de polimento. Com o tempo, o contato com produto de limpeza, água e cremes faz com que ele perca o brilho ou fique com um aspecto amarelado. Nada que um novo banho não resolva. Portanto, ao comprar uma pela de ouro branco, veja se a joalheria não oferece manutenção grátis. 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ALIANÇAS DE OURO ECOLÓGICO

Para os novinhos ecologicamente corretos e sustentáveis chegou uma super novidade! Vocês já ouviram falar das alianças de ouro ecológico?

Diferente do ouro tradicional, o ouro ecológico é extraído sem mercúrio e cianeto para reduzir o impacto ambiental. A extração é feita com respeito ao ambiente, assim como o acesso das comunidades mineiras que cobram um preço justo pelo trabalho, trazendo a esse produto toda uma história e um conceito.

Esse tipo de joia faz parte do setor de luxo sustentável. As alianças são produzidas por uma designer brasileira, Lia Terni, radicada em Madri. Suas peças começaram a aparecer por aqui no final de 2012.


Aqui vão algumas fotos para conhecerem esse trabalho maravilhoso. Para mais informações, disponibilizamos aqui o site da designer. Ótima dica para as novinhas ecologicamente corretas e adeptas da sustentabilidade. 





terça-feira, 1 de dezembro de 2015

VÉU JULIET CAP

Uma coisa é certa: nem toda noivinha gosta de véu ou deseja usá-lo, mas é importante que conheça um pouco, já que dependendo do modelo de vestido ou de festa, o véu pode se tornar um acessório chave.

Como tudo na vida, existem diversas maneiras diferentes de se usar o véu e entre elas temos o estilo Juliet Cap. Para as noivinhas que gostam de romances, já dá para imaginar a origem do nome deste estilo, não é mesmo? Pois é, o nome homenageia Julieta Capuleto (aquela do romance Romeu e Julieta) que na época em que fora escrito e encenado, usava o véu preso desta forma – mais justo na cabeça, preso com broches, tiaras, headbands, flores, fitas ou rendas.

Depois de muitos anos, por volta das décadas de 20 e 30, o estilo volta com força total e o romantismo toma conta da cabeça das noivas, inspirado nessa história de amor e tragédia. Hoje em dia, ele vem ganhando forças novamente graças ao aumento de casamentos com estilo shabby chic e vintage, trazendo um look romântico e retrô para a noivinha.

Mas cuidado: o penteado deve ser simples – um cabelo solto, meio preso ou coques volumosos e baixos (na altura da nuca) – para que não fique feio o véu justo na cabeça da noiva com o volume do penteado.


 












  

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

VÉU x MANTILHA x GRINALDA

 Será que você sabe a diferença entre esses três itens? O que todas sabemos é que eles compõem o visual da noiva, mas a maioria das pessoas se confunde na hora de definir cada um. Além disso, cada um possui tradicionalmente uma função, e por isso, é importante que você conheça um pouco mais sobre cada um deles.

O Véu

Este é o acessório mais antigo, que acompanha a noiva até hoje. Surge na Antiguidade e era usado para representar a pureza e a castidade da noiva. Apesar de hoje ele ter perdido essa função tradicional (antigamente toda noiva casava de véu e somente após a cerimônia o noivo podia tirá-lo do rosto da então esposa e beijá-la pela primeira vez delicadamente na frente dos demais convidados), muitas noivas ainda o tem como um dos principais objetos de desejo e caracterização.
Além disso, o véu preenche o look e traz um visual mais casto à noiva. Normalmente são feitos de tecidos finos e sem muitos ornamentos e de acordo com o formato que é preso, recebe um nome diferente.

Quanto ao comprimento, o véu varia de acordo com o horário e o estilo do casamento. Em um casamento diurno o comprimento do véu é geralmente até o cotovelo. Para casamentos noturnos ele pode ter até 4,5m (para casamentos em grandes igrejas) que é conhecido como véu catedral.


 


A Mantilha

Algumas pessoas consideram a mantilha um tipo de véu; outras, consideram que não é. A verdade é: a mantilha serve para esconder e deixar a noiva mais discreta, acompanhando o desenho e complementando o vestido. Possui origem hispânica e normalmente é feito à mão e todo trabalhado em rendas e pedrarias. O principal diferencial é que, enquanto o véu fica somente na parte de trás (preso ao penteado), a mantilha por ser mais pesada, acompanha o desenho do rosto, ficando envolta na cabeça e caída sobre os ombros.





A Grinalda

Na verdade a grinalda não se assemelha em nada ao véu e à mantilha. A sua principal função é ser apenas um adorno na cabeça da noiva e muitas vezes ajudar a segurar o véu. Apesar de ser uma peça comum e a maior parte das noivas usarem, é preciso tomar muito cuidado na hora da escolha.
Fatores como comprimento e largura do véu, formato do rosto, acessórios, joias (brincos, colares), vestido, horário e estilo do casamento, penteado e altura do pescoço podem interferir nessa escolha. Entre os modelos mais tradicionais estão as coroas, tiaras e arcos.






domingo, 15 de novembro de 2015

BOUTONNIERE

Bom meninas, esse post é dedicado para os noivinhos que frequentam o blog! Hoje vamos falar sobre um detalhe que muitas vezes é esquecido ou deixado de lado, mas é muito importante e, se bem escolhido, pode deixar o noivo ainda mais charmoso e dentro do tema e cores do casamento.

Aposto que nem imaginam do que vamos falar hoje né? Algumas devem ate saber o que é, outras nem imaginam... Bom, vamos falar sobre boutonniere – nada mais do que aquela flor, normalmente natural, usada pelo noivo, padrinho e pais dos noivos na lapela do paletó para diferenciá-los dos outros convidados. Normalmente vai presa com um alfinete (alguns paletós possuem uma casa para encaixá-la) ao lado esquerdo, na lapela.

Os padrinhos podem usar boutonnieres mais simples e todos iguais, ou combinar com o tom do vestido da madrinha que o acompanha. Os pais dos noivos a mesma coisa. Já para os noivos, aconselha-se que use o mesmo estilo de flor e a mesma tonalidade do buquê da noiva, para dar a ideia de complemento e união.

O único cuidado que deve ser tomado é que, assim como o buquê, se for feito de flores naturais deve ser pego o mais próximo possível da cerimônia para as flores não murcharem e perderem vida. Outro problema: pelo fato da boutonniere ser apenas um detalhe no traje do noivo, é importante dosar o tamanho, a cor e a quantidade das flores, para que não se torne algo muito feminino ou carnavalesco e acabe desarmonizando do restante.

Antigamente a flor usada era tradicionalmente o cravo, que é conhecido por representar o amor, união e lealdade. Dá uma olhada nessas inspirações!